FAQ

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns sobre segurança, QA, DevSecOps, prazos, pagamento, atendimento e confidencialidade.

Vocês testam aplicações desenvolvidas com IA?

Sim. Além dos fluxos tradicionais, avaliamos respostas, contexto e limites de produtos que usam IA — sempre com critérios claros e validação humana dos resultados.

Como funcionam os testes de segurança?

Trabalhamos apenas com autorização explícita. Antes de começar, definimos por escrito os ativos, as técnicas e os limites do escopo. Entregamos evidências e recomendações priorizadas, sem realizar testes fora do escopo aprovado.

Preciso dar acesso ao meu código-fonte?

Não necessariamente. Atuamos em caixa-preta (sem acesso ao código) ou caixa-branca (com acesso), conforme o objetivo e o que fizer sentido para o momento do seu produto.

Quanto tempo leva um projeto?

Depende do escopo e do tamanho do produto. A partir de uma conversa inicial, propomos um plano com prazos realistas, alinhados ao seu time e ao seu cronograma.

Vocês se integram às ferramentas que já usamos?

Sim. Trabalhamos com o seu stack e as ferramentas que sua equipe já utiliza, sem exigir reescrita do produto ou mudanças desnecessárias no processo.

Como começamos?

Com uma conversa inicial, sem compromisso. Entendemos o seu desafio e sugerimos por onde começar, priorizando o que reduz mais riscos primeiro.

Como funciona o pagamento?

O modelo varia conforme o serviço. Definimos valores, formas e etapas de pagamento na proposta, de forma transparente, antes de começar.

O atendimento é remoto ou presencial?

Atendemos remotamente para todo o Brasil. Quando o projeto exigir, avaliamos visitas ou formatos presenciais conforme a sua necessidade.

Vocês assinam NDA? E com quem fica o relatório?

Sim, assinamos NDA sempre que necessário. Todo o material produzido — relatórios, evidências e documentação — é de propriedade do cliente.

Qual metodologia vocês seguem nos testes de segurança?

Seguimos a OWASP (Web e API) e boas práticas de AppSec e DevSecOps. Todos os achados são priorizados por risco e trazem recomendações de correção.

O que vem no relatório de segurança?

Achados com classificação de severidade, evidências reproduzíveis (passos e resultado), impacto e recomendações. Inclui reteste das correções quando contratado.

Vocês integram a segurança ao nosso pipeline?

Sim. Configuramos verificações no CI/CD — SCA, SAST e secrets scanning — e gates de segurança, para cada entrega ser validada automaticamente.

O pentest pode derrubar meu ambiente?

Trabalhamos com escopo e técnicas acordadas por escrito e priorizamos testes seguros. Atividades de maior impacto são combinadas previamente para evitar indisponibilidade.

Preciso dar acesso ao código-fonte?

Não necessariamente. O pentest pode ser conduzido em caixa-preta (sem acesso) ou caixa-branca (com acesso), conforme o objetivo do projeto.

Vocês fazem reteste?

Sim. Após as correções, validamos novamente os achados para confirmar que foram resolvidos — o reteste faz parte da entrega.

Testam APIs REST, GraphQL e gRPC?

Sim. Adaptamos as técnicas ao protocolo e ao estilo da API, cobrindo os riscos específicos de cada um (incluindo GraphQL).

Vocês testam com dados reais?

Priorizamos ambientes e dados de teste. Quando necessário, trabalhamos com dados mascarados, sempre dentro do escopo autorizado.

Vocês testam aplicações feitas com IA?

Sim. Avaliamos respostas, contexto e limites de produtos que usam IA, com critérios claros e validação humana dos resultados.

Vocês automatizam os testes?

Quando faz sentido, automatizamos os fluxos mais críticos para rodar a cada entrega e prevenir regressões silenciosas.

Funciona com o nosso CI/CD atual?

Sim. Integramos às ferramentas que o seu time já usa (GitHub Actions, GitLab CI, Jenkins, entre outras), sem exigir troca de stack.

Isso atrasa o deploy?

Não. As verificações são configuradas para rodar de forma incremental e com gates calibrados, evitando bloqueios desnecessários.

Um scan automatizado substitui o pentest?

Não. O scan encontra parte das falhas conhecidas, mas não interpreta contexto, lógica de negócio nem encadeia vulnerabilidades como um especialista.

Quando fazer pentest?

Antes de lançamentos importantes, após grandes mudanças de arquitetura e para atender exigências de segurança e conformidade.

A automação substitui o QA manual?

Não. A automação previne regressões; o QA manual encontra o que casos roteirizados não preveem.

Por onde começar a automatizar?

Pelos fluxos mais críticos e estáveis, que rodam a cada entrega e têm maior impacto se quebrarem.

SAST e DAST são suficientes sem pentest?

Não. Ambos automatizam descobertas, mas o pentest valida impacto e encadeia vulnerabilidades que as ferramentas não interpretam.

SAST gera muitos falsos positivos?

Pode gerar. Por isso, calibramos regras e fazemos triagem para focar no risco real.

Qual abordagem é mais segura para contratar?

Depende do objetivo: caixa-preta mede exposição real; caixa-branca aprofunda a correção. As duas se complementam.

Preciso dar acesso ao código para um pentest?

Não necessariamente. O pentest pode ser caixa-preta (sem acesso) ou caixa-branca (com acesso), conforme o escopo.

Vocês atendem remotamente em todo o Brasil?

Sim. Atendemos as 27 capitais brasileiras de forma remota, a partir da nossa base em Curitiba/PR.

Vocês atendem empresas fora das capitais?

Sim. O atendimento é remoto em todo o Brasil. Fale com a gente para confirmar o atendimento na sua região.

Ainda tem dúvidas?

Fale com a gente — respondemos em até 1 dia útil.

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