Avaliamos e endurecemos a infraestrutura do seu produto — nuvem, servidores Linux, containers, Kubernetes e IaC — reduzindo a superfície de ataque e trazendo evidências de configuração segura.
Hardening e verificação de nuvem, servidores Linux, containers, Kubernetes e infraestrutura como código.
Aplicações não rodam no vazio: rodam em nuvem, servidores, containers e clusters. Boa parte das invasões e incidentes começa não no código, mas na infraestrutura — uma credencial com privilégio demais, uma porta exposta, uma imagem desatualizada, um manifesto de Kubernetes permissivo.
O DevSecOps cobre a segurança no pipeline (o que entra no código). Este serviço olha o ambiente onde tudo roda: como está configurado, o que está exposto e o que deveria ser diferente. É a mesma lógica de “encontrar antes do atacante”, aplicada a nuvem, host, container e cluster.
Trabalhamos a partir de baselines reconhecidos (CIS Benchmarks, NIST, práticas de hardening) e entregamos ajustes priorizados por risco, com evidências de que a configuração está correta — e verificações que podem virar rotina.
Mapeamos nuvem, servidores, containers e clusters, entendo o que está exposto e o que é crítico.
Comparamos a configuração com baselines reconhecidos (CIS/NIST) e priorizamos os desvios por risco.
Revisamos IAM, permissões, exposição de rede e configuração dos serviços de nuvem.
Analisamos imagens, runtime e políticas de cluster, do Docker ao Kubernetes.
Verificamos a infraestrutura como código antes de aplicar e entregamos evidências e próximos passos.
Na nuvem, a maior parte dos riscos concentra-se em identidade e permissão. Uma credencial com privilégio amplo, uma política de acesso frouxa ou um recurso exposto publicamente transformam um erro pequeno em um incidente grande.
Revisamos como as identidades são criadas, o que podem fazer e por quanto tempo. Aplicamos o princípio do menor privilégio e apontamos os recursos que não deveriam estar expostos.
Também comparamos a configuração dos serviços de nuvem com baselines reconhecidos (CIS/NIST) e priorizamos o que mais reduz risco.
Um servidor Linux seguro começa por ter menos coisas rodando, menos portas abertas e um acesso administrativo controlado. Muito do risco vem do que sobra: serviços que ninguém usa, pacotes desatualizados e configurações herdadas.
Revisamos acesso (chaves, SSH), atualizações, permissões de arquivos, serviços expostos e comportamento do firewall. O objetivo é reduzir a superfície de ataque e manter o servidor sustentável ao longo do tempo.
Tudo isso é comparado com baselines de hardening, com evidência de cada ajuste.
Containers trazem velocidade e também riscos silenciosos: imagens base desatualizadas, execução como root, permissões excessivas e segredos embutidos.
Avaliamos a imagem (o que entra no pacote) e o runtime (como ela executa). Menos privilégio e imagens enxutas reduzem muito o impacto de uma falha.
Integramos a verificação ao seu fluxo para que a imagem segura seja o padrão, e não uma exceção.
Um cluster Kubernetes mal configurado expõe mais do que parece: acesso amplo, rede sem segmentação, workloads sem limites e imagens não confiáveis.
Revisamos autenticação e autorização, políticas de rede, isolamento de namespaces e o que cada workload pode fazer. Política como código ajuda a manter isso consistente.
Em runtime, monitoramos comportamentos anômalos que indicam comprometimento — antes que virem incidente.
Infraestrutura como código é uma vantagem: dá para revisar a configuração antes de ela existir no ambiente. O erro comum é aplicar sem verificar.
Analisamos os arquivos de infraestrutura (por exemplo, Terraform, Ansible e manifestos) em busca de configurações inseguras e exposição indevida.
Assim, o problema é corrigido na definição, quando é barato — e não no ambiente em execução.
São complementares. O DevSecOps protege o que entra no código e no pipeline; este serviço protege o ambiente onde o software roda. Um cuida do fluxo de entrega; o outro, da postura da infraestrutura.
Juntos, cobrem o ciclo de ponta a ponta: verificação contínua no desenvolvimento e configuração segura na operação, com evidências nos dois lados.
O trabalho é guiado por referências públicas e verificáveis. Não somos certificados por elas — usamos seus critérios como base para manter método e linguagem comuns com o mercado.
Não. O DevSecOps foca a segurança no pipeline (código e dependências). Este serviço foca a infraestrutura: nuvem, servidores Linux, containers, Kubernetes e IaC. São complementares.
Só dentro do escopo autorizado por escrito. Trabalhamos com acessos de leitura sempre que possível e seguimos os limites combinados para não afetar a operação.
Sim. Cobrimos os principais provedores de nuvem, além de ambientes on-premise, containers e clusters Kubernetes.
Não. O pentest foca exploração e lógica da aplicação; aqui o foco é a postura e o hardening da infraestrutura. Um complementa o outro.
Entregamos achados priorizados com recomendações e evidências. Podemos apoiar a correção e, conforme o escopo, deixar verificações contínuas rodando.
Não. Se você usa só servidores Linux e containers, o serviço se ajusta ao seu ambiente. Kubernetes é uma das frentes, não um requisito.